Compositor: Não Disponível
Onde vinhas verdes crescem sobre os muros
Feitos de pedra ancestral
Raios de luar guiarão meu caminho
Até o portão que me é mostrado
Escalando, vasculhando muros, recusando toda sua ajuda
Vozes dizem que caminho seguir
Um testamento à sanidade, uh
Você me agarra e me derruba
E me joga no buraco
Portais de pedra
Você está viva, a masmorra onde eu jazigo?
Você me encontrará nas profundezas
Eles me aprisionaram aqui no fundo
Dedos arranham os portões do inferno
Eu clamo aos céus
Por que isso tem que acontecer?
Você me perdeu dentro do tempo
A cura para o tempo perdido permanecerá oculta
A cura rastejando por antigos muros de pedra
Por corredores que se torcem e se curvam
Como pensamentos que não ouso nomear
Eu vago perdido, com as mãos a sangrar
E amaldiçoo o único culpado
As portas que abro se fecham sozinhas
Com sussurros em meu rastro
E cada passo parece predestinado
Um caminho que não tracei
Rastejando pelos muros, vá!
Atravesse e você se tornará a maldição que teme
Você está perdido, mas não sozinho
Abrindo seu caminho com as próprias garras
Vê a luz e agora pensa que está livre
Você é mais um a cair vítima da pedra
Clame: Chega! Tarde demais
Mesmo que não tenha para onde ir
O terror começa a surgir
Sinta sua mente se fechando
Cada caminho leva ao seu pavor
Brincando com a sua mente
A escuridão sela o pacto ancestral
A pedra se lembra de cada passo
O sangue é jurado e deve ser mantido
Agora você se foi
Portais de pedra